DETERMINANTES DA SATISFAÇÃO DE GESTORES DE RESTAURANTES SELF SERVICES
DE BRASÍLIA, MICRO E PEQUENA EMPRESA (MPE), COM
OS SERVIÇOS CONTÁBEIS PRESTADOS POR CONTADORES.
Danillo
Assis Souza
Prof.º
Idalberto José das Neves Junior
Universidade
Católica de Brasília,
RESUMO
A relevância da MPE para o país é
grande por significativa participação na economia. Atender a MPE na melhor
forma possível é um grande objetivo da contabilidade. O trabalho em mãos tem
como objetivo identificar os aspectos determinantes para a satisfação do gestor
de Micro e Pequena Empresa (MPE). Para
tanto, foi realizada pesquisa de campo, por meio de aplicação de questionário
no período de agosto a setembro de 2014 a 24 gestores de restaurantes
Self-Services de Brasília. A percepção do gestor sobre os trabalhos do
contabilista foi relacionada às características técnicas e relacionais. Em
resultado, sobre a técnica a gestão fiscal e gestão de pessoal são os serviços
contábeis de maiores importâncias para o gestor. Sobre a parte
relacional/funcional a gestão de pessoal é o serviço contábil de maior
importância, sendo mais valorizado o retorno das solicitações. Esta pesquisa
confirmou que todas as disposições da Contabilidade para subsidiar o processo
de gestão empresarial e tomada de decisão são importantes. Eeste trabalho
obteve resposta satisfatória ao problema proposto.
Palavras Chaves: Serviços Contábeis. Contadores e Satisfação dos clientes. Simples
nacional. Microempresas e Empresas.
1 INTRODUÇÃO
O universo empresarial
esta em momento de grandes mudanças. Com o desenvolvimento da tecnologia e a
concorrência intensa, a administração deve ser feita de forma adaptativa a
realidade dinâmica atual. Neste contexto a Contabilidade se transforma e se
adapta as necessidades do usuário da informação contábil e dos serviços
contábeis prestados.
Para a Micro e Pequena
Empresa (MPE) não há diferenciação no que diz respeito à dinâmica e
complexidade corporativa do mundo atual, globalizado. A importância desta
categoria empresarial é grande por ser responsável pela intensa contribuição na
economia Brasileira.
A qualidade do serviço
oferecido é determinante para o sucesso profissional. A adaptação à realidade a
e busca pela alta qualidade nos serviços prestados são aspectos profissionais
positivos e vantajosos. O contabilista, prestador de serviços contábeis, deve
consultar o cliente para averiguar quais suas principais necessidades para
melhor atendimento. Atender aos usuários da informação contábil na melhor forma
é o objetivo do profissional contábil. Para o melhor atendimento deste
objetivo, o usuário deve ser consultado para que assim a Contabilidade seja
praticada com foco nas necessidades do usuário a quem se presta o serviço
contábil.
Iudicíbus (2010) dispõe que,
A Contabilidade é uma ciência essencialmente utilitária,
no sentido de que responde, por mecanismos próprios, e estímulos informativos
dos vários setores da Economia.
Portanto, entender a evolução das sociedades, em seus
aspectos econômicos, dos usuários da informação contábil, em suas necessidades
da informação contábil, suas necessidades informativas, é a melhor forma de
entender e definir os objetivos da Contabilidade.
A
busca por melhor atendimento aos clientes/gestores deve ser objetivo constante
do contabilista. Informações contábeis é
o resultado do trabalho do contabilista. Essas informações devem ser elaboradas
para melhor uso na gestão do negócio. Sendo assim, a informação contábil útil é
condição para a satisfação do usuário da informação contábil. (FEDATO; GOULART,
2013)
À Micro
e Pequena Empresa (MPE) é muito importante para a economia do Brasil. Santos,
(2012) afirma que a pequena e media empresa tem expressão substancial na
economia ao passo que o numero é de 5,1 milhões de estabelecimentos. Este setor
também é responsável por grande parte da empregabilidade. No Brasil esta
categoria empresarial é a maior geradora de emprego. Em 2011, de acordo com o
SEBRAE, (2014) esta categoria contribui em 27% do PIB. Neste argumento que este
trabalho se firma como importante contribuição.
Este
trabalho é um estudo sobre percepção da
satisfação dos gestores de restaurantes Self-Services com serviços contábeis prestados por contadores.
O tema em estudo tem como foco a busca por melhores respostas no que diz
respeito à qualidade dos serviços contábeis prestados os Micros e Pequenas
Empresas que das quais se enquadram no regime tributário Simples Nacional, lei
n. 123, de 14 de dezembro de 2006 e que sejam restaurantes Self-servisse,
situadas em Brasília DF.
Formalmente,
as Microempresas e Pequenas Empresas contam com o profissional em
Contabilidade. Seja bacharel ou técnico, diante das obrigações fiscais e
contábeis, este profissional abraça esta responsabilidade, e buscando assim,
melhor atendimento a estas empresas. Este estudo faz uma reflexão sobre o que
de fato é melhor para as Micros e Pequena Empresa (MPE) no que tange aos
serviços contábeis prestados por profissionais em Contabilidade, em sentido
amplo.
Gronroos
(1993) considera a existência de duas dimensões na qualidade de serviços: a
técnica e a funcional. A qualidade técnica compreende o resultado do serviço
que é recebido pelo consumidor, e a funcional se refere à forma como o
consumidor recebe o serviço. O CPC PME, e a NBC TG 1000 discorrem sobre as
qualidades da informação contábil no sentido de indicar ao prestador do serviço
contábil os caminhos da boa prática contábil.
Das qualidades
das informações contábeis indicadas pelo citado pronunciamento e norma
contábil, tais quais: a tempestividade, a integralidade, a compreensibilidade,
a comparabilidade, a confiabilidade a relevância e a materialidade foram referências
de estudo neste trabalho. De acordo com o CPC PME a informação contábil deve
apresentar estes atributos que deve atender para que assim possa atingir seus
objetivos. (COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS, 2009)
Atitudes
simples, afirma Caneca et al. (2009), são de fundamental importância para o
trabalho do contabilista. A Contabilidade é feita para pessoas e neste sentido,
a excelência no atendimento ao usuário da informação contábil se dá tão
importante quanto a técnica. Este trabalho elencou aspectos rotineiros realizados
pelo contabilista no tratamento com eu cliente. Tais atitudes são: o contato
direto, o tempo, a comunicação, o atendimento ao telefone, o atendimento via
internet, o retorno das solicitações e a cordialidade.
Carvalho
e Tomaz (2010), em pesquisa publicada afirma que: Contabilistas precisam buscar
atender de forma adequada, procurando sempre qualidade em seus serviços para
satisfazer nas necessidades do usuário da informação contábil. Ao profissional
contábil é esperado constante formação em novos conhecimentos e assim se
capacitando para atender o cliente. No
mesmo sentido, Para Franco (1997, p. 19) a Contabilidade, tem a função de
registrar, classificar, demonstrar, auditar todos os fenômenos que ocorrem no
patrimônio das entidades, objetivando fornecer informações, interpretações e
orientação sobre a composição e as variações desse patrimônio, para a tomada de
decisões de seus administradores. Santos, (2010) em estudo sobre a relevância
da Contabilidade para micro e pequenas empresas constatou quantidade importante
de empresários do seguimento que consideram a Contabilidade como ferramenta
importante e utilitária na gestão da empresa. Sendo que, outra parte ainda
maior não concebe a Contabilidade tal atributo.
O
problema que norteia esta pesquisa refere-se a responder: quais os aspectos
determinantes para a satisfação do gestor de restaurantes Self-Services de
Brasília DF que seja Pequena e Media Empresa (PME), ou Micro e Pequena Empresa
(MPE) com serviços Contábeis prestados
por contadores?
Entende-se
que os termos “Pequena e Media Empresa (PME)”, são equivalentes aos termos “Micro
e Pequena Empresa (MPE)”. Este seguimento empresarial se enquadra na livre
opção pelo regime tributário Simples Nacional desde que não sejam ultrapassados
os limites de receita bem como indica a lei n. 123, de 14 de dezembro de 2006.
Dentre outras possíveis classificações, neste trabalho é dado ênfase no
entendimento da legislação fiscal. Assim, as classificações das Micro e
Pequenas Empresas (MPE) são entendidas pela legislação tributária que as faz
pela receita bruta. Tais quais, Microempresas (ME) são limitadas a receita
bruta anual de 360 mil e Empresas de Pequeno Porte (EPP) até 3,6 milhões. SANTOS
E VEIGA (2012).
Micro
e Pequena Empresa (MPE) estão obrigadas a adotarem as Normas Técnicas
Brasileiras de Contabilidade. A própria legislação comercial e o Regulamento do
Imposto de Renda (RIR) obriga a referida categoria empresarial a adotar
escrituração comercial, independente da norma e regime tributário. Neste sentido,
a NBTG 1000 e a ITG 1000 são as norma técnicas que discorrem sobre a Contabilidade
de Pequenas e Médias Empresas (PME). Nos casos em que as PME`s não optarem pela
adoção da ITG 1000 e NBC TG 1000, respectivamente, deverão seguir a regra
geral.
De forma
geral, os serviços contábeis são oferecidos na forma de departamentos como: Departamento
Contábil_ órgão ou setor da organização contábil que tem como principal função
a escrituração contábil; Gestão Fiscal _ setor ou parte responsável pela gestão
da relação entre pessoa jurídica e o fisco; Gestão Pessoal _ parte responsável
pela gestão e custos referentes a gastos com pessoal; Processos comerciais _
processos relacionados aos complexos burocráticos, tais como contratos;
Consultorias e Assessorias _ é o serviço
no qual o consultor transforma sua experiência e conhecimento em conselhos
úteis aos clientes. THOMÉ (2001)
Rebelato,
(1997) indica que restaurantes Self-Services são assim definidos como empresas
do ramo alimentício. Restaurantes que dispõem ao consumidor alimentos prontos e
precificados por quilo. Assim o sistema de vendas por quilo, foi idealizado
para baratear o preço final ao consumidor. Mas, os restaurantes deste modelo
evoluíram com a inclusão de um consumidor mais sofisticado e moderno.
O
objeto principal de estratégia competitiva dos restaurantes Self-Services não
se fundamenta unicamente o preço. Todo o contexto da boa gestão empresarial
passa se valer para o gestor deste tipo de empreendimento. Pode ser afirmado
que, como concluído por Rabelato (1997) fundamentado em Perre (1996), que este é o melhor modelo de empreendimento
do ramo alimentício, pois se adapta as necessidades culturais e sociais
brasileiras. Considera-se também que o grande hábito brasileiro de comer Arroz
e Feijão e outros acompanhamentos ao gosto do consumidor é um aspecto que o
modelo fast food não tem a si
atribuído. (REBELATO, 2014)
No
Brasil mais de 1/4 das refeições são feitas fora do lar. Nos grandes centros
urbanos aumenta para 1/3. Aspectos, tais como: a) maior participação da mulher
na população economicamente ativa, b) aumento de pessoas morando sozinhas, são
grandes influenciadores do crescimento do setor de comercio de alimentos
prontos e alimentos consumidos fora do lar.(ALIMENTAÇÃO FORA DO LAR, 2014)
Gronroos,
(1993) considera a existência de duas dimensões na qualidade de serviços: a
técnica e a funcional. A qualidade técnica compreende o resultado do serviço
que é recebido pelo consumidor, e a funcional se refere à forma como o
consumidor recebe o serviço. É por causa da intangibilidade dos serviços que as
empresas encontram dificuldades de entender como os consumidores percebem seus
serviços e avaliam a qualidade dos mesmos, considerando os serviços altamente variáveis,
uma vez que dependem de quem os executa e de onde são prestados.
A
todos os serviços contábeis prestados a esta clientela há a constante busca da
satisfação e excelência. Neste sentido, a Contabilidade encontra seu principal
objetivo que é atender ao usuário da Contabilidade. Para orientar o prestador
de serviço contábil, a NBC TG 1000, NBC-ITG-1000, CPC PME discursam em sintonia
sobre a qualidade da informação contábil. Neste contexto, este trabalho faz um
estudo da percepção do gestor sobre os serviços consumidos bem como sua
satisfação. Aspectos da qualidade da informação contábil abordados pelas
referidas normas e pronunciamento contábil são elucidados neste trabalho pela
percepção do gestor sobre cada serviço contábil.
Neste
trabalho os serviços contábeis tais quais o Departamento Contábil, Gestão
Fiscal, Gestão Pessoal, Processos comerciais e Consultorias e
Assessorias são lincados as qualidades da informação contábil, conteúdo
abordado pelo CPC PME e NBC TG 1000. Em paralelo, este trabalho também lincou
os serviços prestados com desempenho relacional com o cliente. Fica entendido
que esta performance se descreve com características do bom atendimento e
relacionamento com o cliente. A percepção do gestor sobre a qualidade de cada
serviço e a Contabilidade em geral é o diferencial deste estudo.
O
objetivo principal desta pesquisa está em identificar os aspectos determinantes
para a satisfação do gestor de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
enquadrada na lei A Lei Complementar n 123, de 14 de dezembro de 2006 no
segmento de restaurantes Self-services com serviços Contábeis prestados por
contadores.
Objetivos
específicos são: conhecer o mercado de serviços contábeis para o seguimento de
restaurante Self-services (microempresas); descrever sobre a relação do gestor
da Micro e Pequena Empresa
com seus respectivos contabilistas e Entender melhor as necessidades dos
gestores no que diz respeito a informação contábil.
Esta pesquisa se classifica como exploratória
quanto aos objetivos. Quanto aos procedimentos, a classificação é
“levantamento”. A população em estudo é de fato grandemente numerosa, e sendo
assim, há a impossibilidade de investigar cada objeto ou fenômeno da população
escolhida para estudo, gestores de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte
enquadrado na Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006. Pela
abordagem do problema, esta pesquisa é classificada como pesquisa quantitativa.
Quanto aos meios de investigação esta pesquisa pode ser classificada como
pesquisa de campo.
De
forma resumida, foi realizada pesquisa de campo, por meio de aplicação de
questionário no período de agosto de 2014 a setembro de 2014 aos 24 gestores de
restaurantes Self-Services de Brasília.
2 MICRO E PEQUENA EMPRESA (MPE)
Como
já dito, a definição do pequeno negócio não é muito clara nem definitiva. Em
alguns trabalhos a definição é dada de acordo com o numero de funcionários.
Outrora a classificação é feita de acordo com o tamanho do estabelecimento. Em
fim, os critérios de classificação são deveras variados. Existem muitas divergências na classificação
e na nomenclatura da definição. Neste sentido, o pequeno empreendimento pode ser
chamado de pequena empresa, empresa de pequeno porte, micro empresa, pequena e
media empresa, etc. Em geral, elas levam em consideração critérios
quantitativos, como número de empregados ou faturamento anual bruto. Como dito,
este estudo é referente à definição dada pela legislação fiscal, lei n. 123, de
14 /2006.
Micro e Pequena Empresa (MPE) é uma classificação do porte da empresa. Esta classificação
se faz em função do numero de trabalhadores e do faturamento, tamanho do
estabelecimento, depende do critério da classificação. A classificação do porte
pode variar de acordo com o setor de atuação no mercado. De acordo com Santos
(2012), a classificação e definição podem variar em função do critério. A
classificação quanto à legislação é feita, em função da receita bruta receita
bruta. A NBC TG 1000 e CPC PME classificam este tipo de entidade como empresas
que a) não tem obrigação publica de prestação de contas; e (b) elaboram
demonstrações contábeis para fins gerais para usuários externos. Quanto ao
numero de funcionários o máximo é de 99. Para o MERCOSUL, este é um tipo de
empresa com no máximo 3,5 milhões em valores para faturamento em exportação.
(SANTOS; VEIGA, 2012)
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TABELA1: Classificação da empresa pequena
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INSTITUIÇÃO
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CLASSIFICAÇÃO
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CRITÉRIO
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SEBRAE
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MPE
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Número de Funcionários
Tamanho do estabelecimento.
Receita bruta Tamanho do
estabelecimento.
Receita bruta
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Lei n. 123, de 14 /2006
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ME
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Receita bruta anual até
360.000,00
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EPP
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Receita bruta anual até
3.600.000,00
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NBTG 1000; CPC PME:
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PME
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a) não tem obrigação publica de prestação de contas;
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b) elaboram demonstrações
contábeis para fins gerais para usuários externos.
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MERCOSUL
|
ME
|
Exportação, até 400.000,00
|
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|
EPP
|
Exportação, até
3.500.000,00
|
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Fonte: Santos e Veiga
(2012)
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Este trabalho
faz a abordagem da classificação do pequeno negócio de acordo com a definição
dada pela lei n. 123, de 14 /2006. Neste sentido, fica entendido que todo
pequeno empreendimento faz parte do grupo, PME, população estudada. Sendo
assim, fica declarado que o pequeno negócio, aqui neste trabalho é entendido
pela classificação da receita bruta, como diz a lei n. 123, de 14 /2006, que é
limitada a 360.000,00. Porem, a que se afirmar que existem restrições definidas
pela citada lei. (BRASIL, 2006)
A Contabilidade
é ferramenta utilíssima para a boa prática de gestão para qualquer entidade que
tenha patrimônio. Dada esta verdade, a Contabilidade
atende o pequeno negócio em todas as suas possibilidades, visando à melhoria e
a excelência em todos os seus princípios.
Dada à
definição do pequeno empreendimento, a relevância do estudo desta categoria
empresarial é argumentada em diversos estudos.
O
numero de estabelecimentos, (MPE), tem a tenência de aumento, de acordo com o
DIEESE (2013). Em 2012 o numero de estabelecimentos desta categoria no período
de 2002 a 2012 passa de seis milhões.
As
Micros e Pequenas Empresas (MPE) são as maiores geradoras de emprego e renda.
Dai a sua importância para o desenvolvimento econômico e social de um país. De
acordo com o IBGE, (2013), a participação deste tipo de negocio no PIB em 2001
cresceu para 23,2% e, em 2011, atingiu 27%
e 2013 ou seja, mais de um quarto do Produto Interior Bruto brasileiro é
gerado pelos pequenos negócios. (SEBRAE, 2014).
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TABELA
2: participação na economia
brasileira até 2011
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Emprego
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51,7%
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Massa de salários
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39,8%
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Número de empresas
exportadoras
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59,4%
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PIB
|
27%
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Fonte: SEBRAE: (2014)
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Na
participação do PIB do Brasil até 2011, de acordo com pesquisa do SEBRAE,
(2014), tabela 2, foi de 27%. Por setor
da economia, no PIB do comércio a participação foi de 43,4%. No setor de
serviço a participação foi de 36,3 % do BIP deste setor. SEBRAE, (2014).
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TABELA
3: Participação no PIB por
setor econômico, até 2011
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MPE
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Média
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Grandes
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SERVIÇO
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36,3 %
|
6,7%
|
57%
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COMERCIO
|
43,4 %
|
8,3%
|
38,3%
|
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INDÚSTRIA
|
22,5 %
|
24,5 %
|
53 %
|
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Fonte: SEBRAE: (2014)
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Forçoso
concluir que todo estudo sobre este setor é importante colaboração para a
economia devido a influência. A empregabilidade é muito alta, a contribuição
para o PIB é muito relevante. Os dados estatísticos evidenciados demonstram o
quanto é importante à valorização dos empreendimentos entendidos como Micro e
Pequenas Empresas (MPE). Uma parcela significativa da economia, geradora de
renda e emprego.
2.2 LEGISLAÇÃO
O
Simples Nacional inegavelmente concebeu a pequena empresa maiores vantagens
para sua sobrevivência. De fato uma empresa pequena não deve ser tratada
igualmente como uma grande corporação. Sendo assim, a burocracia gerada pelas
obrigações acessórias no Brasil por meio do Simples Nacional ganhou mais
facilidade. Desta forma, este regime tributário foi instituído para incentivar
o desenvolvimento dos pequenos negócios. (MACHADO, et al., 2010)
Lei
complementar n. 123/2006 estabelece normas e procedimentos gerais relativos à
Microempresas (ME) e Empresas Pequeno Porte (EPP) no âmbito dos poderes da
União, dos Estados, do Distrito Federal
e dos Municípios. Abrange não apenas o regime tributário diferenciado (simples
nacional) como também os outros aspectos relacionados às licitações públicas,
as relações de trabalho, ao estimulo ao crédito, à capitalização e a inovação
ao acesso a justiça etc.
Pode
optar pelo Simples a firma individual ou sociedade que não se enquadre em
nenhuma das vedações da LC 123/2006. No texto da referida norma, de forma
indicativa, esta os seguimentos
empresariais para os quais é vedada a opção do regime tributário Simples
Nacional. A título de exemplo, empresas de venda de bebidas ao atacado, empresa
de venda de cigarros cigarrilhas e empresas com foco em produtos financeiros.
(BRASIL, 2006)
A Lei
Complementar nº 123/06 da à MPE tratamento diferenciado sobre obrigações
tributarias. Esta lei faz a classificação pela receita bruta. O Pequeno
empreendimento, para efeitos desta lei, é classificado em duas categorias: a)
Micro Empresas (ME), em 2012 tem o limite de receita bruta de 360.000,00; b) Empresa
de Pequeno Porte (EPP) limitada pela receita bruta a 3.600.000,00.
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TABELA
4: Limite de receita bruta
anual: LC. 123/2006
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Micro Empresas (ME)
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360.000,00
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Pequeno Porte (EPP)
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3.600.000,00
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Fonte: Brasil: Lei
Complementar Nº 123, de 14 de Dezembro de 2006
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3 NORMAS CONTÁBEIS APLICADAS PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS NO
BRASIL
Microempresas
(ME) e Empresas de Pequeno Porte (EPP) estão obrigadas a adotarem as Normas
Brasileiras de Contabilidade. A própria legislação comercial e o Regulamento do
Imposto de Renda (RIR) obrigam a referida categoria empresariais a adotar
escrituração comercial, independente da norma e regime tributário. A NBTG 1000
e a ITG 1000 são as normas técnicas que discorrem sobre a Contabilidade de Pequenas
e Médias Empresas (PME). Nos casos em que as ME/EPP, PME`s, MPE não optarem pela adoção da ITG 1000
e NBC TG 1000, respectivamente, deverão seguir a regra geral, Código Civil
Brasileiro e lei Lei nº 6.404 de 15 de Dezembro de 1976. (CONSELHO
REGIONAL DE CONTABILIDADE DO PARANÁ, 2013)
NBTG
1000: Contabilidade para Pequena e Média Empresa: norma para aplicação as
demonstrações contábeis para fins de Pequena e Media Empresa (PMEs). A adoção
plena da NBC TG 1000 é obrigatória. A NBC TG 1000 se refere ao novo modelo
contábil adaptado para as pequenas e médias empresas. Independente das normas
tributárias todas as empresas, objeto deste estudo, mantém obrigação de
escrituração contábil no novo modelo internacional proposto pela NBC TG 1000.
(CFC, 2009)
ITG
1000: Modelo Contábil para Microempresa e Empresa de Pequeno Porte. Estabelece
critérios e procedimentos específicos a serem observados pelas entidades
definidas como Pequenas e Médias Empresas em conformidade com a NBC TG 1000,
que não estejam obrigadas a sua adoção e que optarem pela adoção de um modelo
contábil simplificado. A ITG 1000 visa desobrigar esse conjunto de empresas da
adoção da Norma Brasileira de Contabilidade Técnica Geral - NBC TG 1000 -
permitindo-lhes adotar um modelo simplificado para a escrituração. (FCF, 2009)
CPC
PME: CPC para Pequenas e Médias Empresas – PMEs. Não é obrigatório, mas de
grande importância a sua observação. Para viabilizar a adequação das pequenas e
médias empresas ao IFRS, o Comitê de Pronunciamentos Contábeis através CPC PME
define a forma de que estas empresas se adéquem sua Contabilidade a nova
legislação. A viabilidade da adequação ocorre através da simplificação das
demonstrações contábeis, considerando a estrutura das pequenas e médias
empresas. (CPC, 2009)
4 OS SERVIÇOS CONTÁBEIS PARA MICRO E PEQUENAS EMPRESAS
A Contabilidade
é uma ciência tão antiga tanto quanto a própria história da civilização. Ela
está ligada às primeiras manifestações humanas da necessidade social de
proteção da posse, e de perpetuação e interpretação dos fatos ocorridos com o
objeto material.
Segundo
Crepaldi (1999), Contabilidade é uma das ciências mais antigas do mundo.
Existem diversos registros de que a civilizações antigas já possuíam um esboço
de técnicas contábeis”.
As
técnicas e as informações ficavam restritas ao dono do empreendimento, pois os
livros contábeis eram considerados sigilosos. Mais recentemente, com o
desenvolvimento do mercado acionário e o fortalecimento da sociedade anônima
como forma de sociedade comercial, a Contabilidade passou a ser considerado
também como um importante instrumento para a sociedade.
Nota-se
que a Contabilidade vem passando de gerações a gerações e, cada vez mais, está
sendo trabalhada para que se torne uma ciência que possa suprir todas as
necessidades de forma rápida e esclarecedora para a sociedade. Antes não se tinha
esse diálogo de informações, então, o desenvolvimento era muito complicado.
Mas, graças à evolução e à tecnologia, hoje isso já é bem mais fácil e a
tendência é melhorar cada vez mais.
Para
Franco (199) a Contabilidade, “tem a função de registrar, classificar,
demonstrar, auditar todos os fenômenos que ocorrem no patrimônio das entidades,
objetivando fornecer informações, interpretações e orientação sobre a
composição e as variações desse patrimônio, para a tomada de decisões de seus
administradores”. Ainda o mesmo autor
argumenta que “em torno do patrimônio se desenvolvem suas funções, como meio
para atingir sua finalidade, que é de informar e orientar a administração,
sobre o estado desse patrimônio e suas variações”.
A Contabilidade
tem um campo muito amplo de aplicação. Ela não abrange simplesmente o registro
de fatos que são classificados no Balanço Patrimonial de uma empresa; mas, sim,
estuda as transformações da riqueza para se ter um controle muito mais amplo e saber o que está
acontecendo na empresa. Além disso, analisa resultados, faz auditorias,
classifica grupos de contas e registra todos os gastos ocorridos em uma
determinada empresa ou em várias, como fazem os escritórios de Contabilidade.
A
competitividade e a qualidade estão presentes na Contabilidade e no
profissional contador. As organizações de serviços que deixam de oferecer
serviço padronizado podem necessitar de funcionários de atendimento mais bem
habilitados. Um número maior de opções para os clientes pode exigir maior
conhecimento sobre o produto por parte do pessoal da organização. Os sistemas
de informações podem permitir que os funcionários de atendimento atuem como
especialistas. Novamente, esses sistemas variam de extremamente complexos a
muito simples. Em um extremo da escala, um “sistema especialista” pode agilizar
o conhecimento de reconhecidos especialistas. No outro extremo, um simples
checklist em uma tela de computador pode responder a várias perguntas dos
clientes, sem a necessidade de se buscar ajuda técnica dispendiosa. Muitos
serviços de informação por computador ou software operam nesse princípio, com
rotinas de diagnóstico na tela que ajudam os agentes de serviços no atendimento
dos clientes (GIANESI; CORREA, 1994).
De
acordo com o CPC PME a informação
contábil deve apresentar os atributos que deve atender as qualidades da
informação contábil para que assim possa atingir seus objetivos. Em sentido
amplo, esses atributos são titulados como características qualitativas.
Tempestividade:
as demonstrações contábeis devem ser editadas em tempo hábil ao tomador de
decisão.
Integralidade:
as informações contábeis devem compreender todos os elementos relevantes e
significativos.
Compreensibilidade:
as informações de forma compreensível para que o usuário possa entendê-las e
utiliza-las para tomada de decisão.
Comparabilidade:
estas informações devem propiciar o estudo da evolução da entidade no tempo e a
comparação entre outras entidades.
Confiabilidade:
este é o atributo que faz com que o usuário utilize as informações, aceitando-as
e tornando-se além de usuário a própria informação.
Relevância:
Para serem consideradas úteis, as informações contábeis devem ser importantes
dos usuários na tomada de decisões.
Materialidade:
a informação tem materialidade/relevância se sua omissão ou erro puder
influenciar as decisões econômicas dos usuários. (COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS
CONTABEIS, 2009).
De
forma geral, bem como afirmado pelo professor Thomé (2001) e Santos (2012), os
serviços contábeis são oferecidos na forma de departamentos, tais como:
Departamento
Contábil: órgão ou setor ou atividade da organização contábil que tem como
principal função a escrituração contábil. Aqui, o foco é o registro fatos
contábeis em livros destinados ao registro de tais operações. A formalidade da
escrituração contábil deve obedecer aos princípios da Contabilidade. O nível de
detalhamento da escrituração contábil deve estar alinhado às necessidades de
informação de seus usuários. A obrigatoriedade do registro público do livro
diário está prevista na IN 107 do Departamento Nacional do Registro e Comércio (DNRC)
e no Artigo 1.181 da Lei 10.402/02 – Código Civil.
Gestão
Fiscal _ setor ou parte responsável pela gestão da relação entre pessoa
jurídica e o fisco. Com a influência da legislação fiscal a contabilidade
ganhou mais importância na sociedade. A legislação fiscal e a Receita federal
do Brasil atribuem grandes contribuições a contabilidade. Fica entendido que, o
objetivo é a aplicação prática da legislação tributaria no cotidiano
empresarial. Atividades de registro de tais fatos, sua legitima redução por
meio do planejamento tributário e como aplicá-lós em situações e a
consequência.
Gestão Pessoal _ parte responsável pela gestão
e custos referentes a gastos com pessoal. Neste trabalho do contabilista, as
principais atividades são: registros de
empregados e serviços correlatos, elaboração da folha de pagamento dos
empregados e de pró-labore, bem como das guias de recolhimento dos encargos
sociais e tributos afins, elaboração, orientação e controle da aplicação dos
preceitos da Consolidação das Leis do Trabalho, bem como daqueles atinentes à
Previdência Social e de outros aplicáveis às relações de trabalho mantidas pela
contratante. Para Thomé (2001 p. 66) esta atividade da contabilidade merece
especial atenção no sentido de que o departamento de pessoal pode ser visto
pelo cliente como um espelho de toda a organização contábil.
Processos
comerciais _ processos relacionados aos complexos burocráticos, tais como:
legalização de uma nova empresa, cancelamento de uma empresa que encerrou suas
atividades, alterações contratuais, registro de livros e obtenção de certidões.
Consultorias
e Assessorias _ é o serviço no qual o consultor transforma sua experiência e
conhecimento em conselhos úteis aos clientes. Orientar e aconselhar o
cliente/usuário é tarefa diária realizada pelo contabilista. Mais uma vez, para
Thomé, (2001, p. 66) este departamento agrega muito valor ao profissional da
contabilidade. Quanto mais consultado mais o profissional se valoriza.
5 QUALIDADE DE SERVIÇOS SOBRE A ÓTICA DO CONSUMIDOR
Gronroos
(1993) considera a existência de duas dimensões na qualidade de serviços: a
técnica e a funcional. A qualidade técnica compreende o resultado do serviço
que é recebido pelo consumidor, e a funcional se refere à forma como o
consumidor recebe o serviço. É por causa da intangibilidade dos serviços que as
empresas encontram dificuldades de entender como os consumidores percebem seus
serviços e avaliam a qualidade dos mesmos, considerando os serviços altamente
variáveis, uma vez que dependem de quem os executa e de onde são prestados.
Outra
característica peculiar dos serviços, em relação aos produtos físicos, é a
inseparabilidade, isto é, os serviços são inseparáveis de quem os executa ou
fornece, de tal forma que o prestador do serviço faz parte do próprio serviço.
Esta característica, associada ao fato de que os serviços são produzidos e
consumidos ao mesmo tempo, simultaneidade, faz com que, nos serviços em que o
cliente esteja presente, haja uma interação entre cliente e prestador de
serviços, de modo que o cliente também passa a fazer parte do serviço e, consequentemente,
a interferir em sua qualidade. A última das quatro características marcantes
dos serviços é a perecibilidade. (GIANESI; CORRÊA, 2012)
Segundo
Gianesi e Corrêa
(2012), embora o processo de identificar e satisfazer as necessidades dos
mercados e criar valor para eles seja essencialmente o mesmo para bens e
serviços, a natureza dos serviços cria desafios especiais para os profissionais
de marketing. Eles precisam, portanto, estar atentos para as diferenças entre
serviços e bens.
Assim,
pode-se afirmar que na prestação de serviços é possível distinguir entre
aspectos internos e externos de cada elemento básico da competitividade e que o
desempenho de cada um deles contribui para o desempenho externo da operação
inteira - o desempenho que o consumidor vê.
A
qualidade abrange elementos tão diferenciados como a melhoria de vida no
trabalho, a promoção da diversificação de funções. Melhoria nas condições
ambientais, facilitação do comércio e realce da competitividade.
Casa
(2008) cita que é importante que a empresa se preocupe constantemente com a
qualidade do serviço que presta, medindo-o por meio da percepção dos clientes.
Como
os serviços são intangíveis e individualizados, geralmente é difícil
desenvolver padrões para medir sua qualidade. Mas é possível identificar a
qualidade segundo a percepção da satisfação pelos clientes. Conhecer os
clientes é fundamental e através de atitudes simples, no início dos contatos,
podemos descobrir o que eles desejam. Isso não é difícil de fazer.
Mas,
para que as pessoas façam essa sondagem de maneira sutil e agradável, é preciso
treiná-las. Lembre-se, e atender bem passa pela realização das necessidades das
pessoas. (CASAS, 2008).
Desta
forma, percebe-se que o processo a partir do qual o cliente se sente satisfeito
é multifacetado e apresenta participação não apenas de fatores controlados pela
empresa, mas também de elementos internos ao consumidor.
Cabendo
ao contador tomar por base, o principal objetivo de fornecer altos níveis de
disponibilidade de serviço ou rápida resposta, do modo mais eficiente;
Estratégia de gestão da demanda. Em vez de alterar a capacidade produtiva da
operação do serviço, a organização influencia o perfil da demanda suavizando a
carga sobre os recursos.
6 ESTUDOS ANTERIORES
O
profissional contábil não deve ser estático, estacionário. A dinâmica do mundo
globalizado requer do contabilista maior dinâmica e dedicação nas tarefas bem
como a adaptação as transformações do mundo. O estudo do mestre Caneca (2009)
fez a conclusão de que ao profissional contábil não é atribuído somente tarefas
determinantemente definidas. Tarefas como atendimento do telefone, rapidez nas
solicitações e visitas são atitudes que dão ao profissional maior qualidade. Em
fim, são pessoas em um relacionamento de fornecedor e consumo. Sendo uma
relação de pessoas o relacionamento pessoal influencia para a percepção sobre a
qualidade dos serviços prestado(CANECA et al., 2009) .
Peleias
(2003) afirma que ao profissional contábil ainda á muito espaço para
valorização. O contabilista não faz uso de ferramentas de marketing em tudo o
seu potencial, mesmo por desconhecimento. No referido estudo foi constatado
também que o contabilista pode se empenhar mais para atender melhor seu
cliente. Neste sentido a área contábil precisa ser ainda mais valorizada.
(PELEIAS et al., 2005)
Para o
doutor Braulio Oliveira (2012), à informação precisa ser atribuída todos os
atributos de qualidade. Os atributos de qualidade da informação contábil neste
trabalho são abordados pelas NBC TG 1000 e pelo CPC PME. De toda forma qualquer
informação útil precisa ser correta e acessível apresenta-se como fator crucial
para um bom desenvolvimento das atividades relacionadas às análises dos
ambientes interno e externo e, também, do planejamento das ações responsivas
e/ou proativas das empresas frente às diversas demandas do negócio, dentre
elas, a necessidade de se manterem competitivas. (OLIVEIRA; et al., 2012)
7 A PESQUISA
7.1. Classificação da pesquisa
Quanto
aos objetivos da pesquisa, pode ser classificada como exploratória. Esta
classificação se justifica por questão de viabilidade. Sendo que, as
finalidades principais desta pesquisa é proporcionar maiores informações sobre
o assunto, facilitando a delimitação do tema da pesquisa. Neste sentido,
explorar este assunto significa reunir mais conhecimento sobre o assunto
proposto.
Quanto
aos procedimentos, a classificação é “levantamento” ou survey. Os dados estudados nesta pesquisa foram coletados com base
em uma amostra retirada de uma determinada população. A característica
principal foi a interrogação direta a pessoa, elementos do conjunto em estudo.
Segundo
Gil(1999, p 70), citado por Beuren( 2003. P. 85) a survey é defina como :
A lesquisa de levantamento ou survey, se caracteriza pela
interrogação direta das pessoas cujo comportamento se deseja conhecer.
Normalmente se procede a solicitações de informações a um grupo de pessoas
acerca de problema estudado para em seguida, mediante analise quantitativa,
obter as conclusões correspondentes aos dados coletados.
A
população em estudo é de fato grandemente numerosa, e sendo assim, há a
impossibilidade de investigar cada objeto ou fenômeno da população escolhida
para estudo, gestores de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte enquadrado
na Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006.
Pela
abordagem do problema, esta pesquisa é classificada como pesquisa quantitativa.
Caracterizada pela quantificação das modalidades de coleta de informações,
quanto no tratamento delas. A abordagem quantitativa é frequentemente aplicada
nos estudos descritivos que procuram descobrir e classificar a relação entre
variáveis e a relação de causalidade entre fenômenos. (BEUREN, 2003)
Quanto
aos meios de investigação a pesquisa pode ser classificada como pesquisa de
campo. A pesquisa por questionário seja por e-mail ou pessoalmente se
fundamentam neste tipo de descrição. (GIL, 1999).
A
pesquisa de campo, segundo Gil (1999, p. 53) “constitui-se de investigação onde
se realiza parte do trabalho pessoalmente”. Para o mesmo autor “o investigador
tem como papel o de observador e explorador, coletando diretamente os dados no
local pesquisado”.
O
instrumento é o questionário com respostas fechadas e abertas. Enviados por
e-mails ou mesmo pessoalmente para o respondente, os gestores no caso.
7.1 Delimitações da pesquisa
A fim
de delimitar a pesquisa, o estudo é abrange os restaurantes do tipo Self-service,
optantes do regime tributário Simples Nacional.
De
acordo com o CONCLA, (2013) o seguimento da classe empresarial, de forma
abrangente é o CNAE 5611 restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de
alimentação e bebidas todos os estabelecimentos relacionados a comercialização
de serviços de alimentos e bebida varejo.
Sobre
esta descrição, devido a limitações da presente pesquisa, não pode ser
encontrado dados estatísticos precisos
para melhor descrever o estudo. A própria segmentação é de conceito
muito abrangente.
7.2 Amostra
A
análise dos dados foi feita por meio de estatística descritiva. Neste sentido,
objetivo básico é o de sintetizar uma série de valores de mesma natureza,
permitindo dessa forma que se tenha uma visão global da variação desses
valores. Neste princípio, o presente trabalho se adéqua.
A
amostra tecnicamente se classifica como amostragem por acessibilidade ou
conveniência. Assim, as empresas analisadas são elemento que representam o
conjunto, população na qual faz parte as Micro e Pequena Empresa (MPE),
classificadas como
Microempresas(ME) ou Empresas de Pequeno Porte (EPP) enquadradas na Lei
Complementar n. 123.
Foram
pesquisadas 24 empresas. Todas as empresas pesquisadas são Micros e
Pequenas Empresas optantes
pele regime Simples Nacional. A localidade das empresas pesquisadas é o Bairro
Asa Sul de Brasília DF, no período de agosto a setembro de 2014. A maioria, 14
esta situada no Setor Comercial Sul de Brasília. O restante 10 esto situado ao
longo da via W3 Sul.
Tempo
de prestação do serviço: A maioria das organizações pesquisadas é caracterizada
por ter mais de dez anos de existência. Quanto aos funcionários a maioria das
24 empresas consultadas possui 6 a 10 funcionários. E o patrimônio líquido,
quando a informação foi revelada, 21 empresas possui o patrimônio Liquido maior
que 11 mil.
|
TABELA
4 : característica da amostra
|
|||||
|
Características da amostra:
funcionários, tempo de existência, PL
|
|
||||
|
Funcionários
|
Tempo de existencia
|
Patrimônio Líquido
|
|||
|
2.
|
5
|
1 ano
|
1
|
10.
|
2
|
|
3-5.
|
7
|
5 anos
|
3
|
11-50.
|
10
|
|
6-10.
|
11
|
10 anos
|
10
|
51-100.
|
10
|
|
Mais
|
1
|
mais
|
10
|
Não revelado
|
2
|
|
|
|
|
|
|
|
7.3 Metodologia
O questionário foi o instrumento usado para obter
informações. Os respondentes foram os gestores das empresas, em sua totalidade
sócios. Para obter informações de maior confiabilidade, houve um esforço com
sucesso para que o próprio sócio da empresa consultada respondesse o
questionário na presença do pesquisador. Houve informações não reveladas pelo
respondente como no caso do Patrimônio Líquido.
O instrumento/Questionário aqui usado foi
composto por 3 partes, tais quais:
1)
característica da empresa: funcionários, Patrimônio Liquido, Tempo de
Existência.
2)
descrição da relação entre contabilista e gestor: preço, tempo, contato,
qualidades,
3)
satisfação do serviço com a qualidade tendo como referencia
a) qualidade técnica: tempestividade,
integralidade, relevância, compreensibilidade, comparabilidade, confiabilidade,
materialidade _ e qualidade relacional
b)
qualidade relacional: contato direto, tempo, comunicação, telefone, atendimento
online, retorno das solicitações e a cordialidade.
Nesta
ultima parte do questionário, foi solicitado ao respondente que atribuísse
nota, 1,2 ou 3 ao atributo da qualidade tendo em vista o serviço contábil
referente a parte técnica, Gestão Fiscal; Gestão de Pessoal; Processos
Comerciais; Consultorias; e Assessorias. O mesmo processo foi feito com a parte
relacional. Neste caso foi também solicitado à atribuição de nota
representativa de concordância com a importância da qualidade da relação como
os serviços escopo deste trabalho.
QUAL O GRAL
DE IMPORTANCIA ATRIBUI ¿ 1(pouca)
2(média) 3(muito)
|
|||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
8 RESULTADOS
Sobre
a escolha da oferta do serviço contábil, 15 citaram a indicação. Nenhum dos
consultados declarou a propaganda como o meio para o contato inicial com o
respectivo contabilista. Foi observado que a indicação é o principal critério
para a escolha do contabilista. O preço do serviço prestado também foi objeto
de apreciação por parte dos respondentes.
Conferir na tabela 6 os resultados colhidos
deste questionamento.
|
TABELA
6: característica da amostra: escolha do
contador.
|
||||
|
Indicação
|
Preço
|
Propaganda
|
Internet
|
Outros
|
|
15
|
8
|
|
1
|
|
|
|
|
|
|
|
Forçoso
concluir que os principais critérios na escolha do contabilista é a indicação e
o preço. O consumidor do serviço põe sua atenção na imagem do profissional e
segue conselhos de outras pessoas na escolha do contabilista e considera também
o preço como critério na escolha
O
preço do serviço prestado como objeto de apreciação por parte dos respondentes
guarda semelhanças, em sua maioria, TABELA 7, as empresas consultadas são
cobradas mais de 400,00 pelo serviço prestado. Entre as 24 pesquisadas 20 paga
de 400,00 a 600,00 pelo serviço de contabilidade. Foi evidenciado também que a
maioria dos contratos de prestação de serviço contábil já se estendem por mais
de cinco anos.
|
TABELA 7: característica da amostra: Relação de
consumo do Serviço Contábil
|
|||
|
Preço Cobrado
|
Tempo de contrato
|
||
|
200.
|
0
|
1 ano
|
2
|
|
200-400.
|
2
|
5 anos
|
7
|
|
401-600.
|
20
|
10 anos
|
8
|
|
Mais
|
2
|
mais
|
7
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
|
Dados
os resultados, tabela 6 e tabela 7, este trabalho obteve informações adequadas
a responder o problema proposto. Em generalização, as empresas consultadas têm
características adequadas as Micros e Pequenas Empresas (MPE). Em sua maioria a relação de
prestação de serviço contábil se dá por longo prazo e o preço cobrado por tal
serviço é aproximado entre uma oferta e outra.
Para
observar a satisfação dos gestores com os serviços contábeis foi utilizado duas
modalidades observáveis, técnica e relacional. A parte técnica diz respeito às
técnicas, princípios e normas contábeis e dos serviços prestados. A observação
relacional se refere a aspectos comportamentais, de tratamento, e imagem
pessoal do contabilista.
Parte
técnica: conjunto de procedimentos para o alcance de objetivos, tais quais, a
produção e modelagem de informação contábil para o usuário. De forma prática,
as características qualitativas elucidadas pelo CPC PME foram usados como
referencias. Então, evidenciação da satisfação do serviço no que diz respeito a
técnica nos departamentos _ Contábil,
Gestão Fiscal, Departamento Pessoal, Processos Comerciais e Consultorias e
Acessórias _ e as características qualitativas da informação contábil.
Parte
Relacional: São as principais características da relação do contabilista com
seu cliente. Aqui faz a busca por entender os critérios da melhor relação entre
cliente e fornecedor do serviço. Para isso, foi entendido que determinados
aspectos são primordiais, tais qual o contato direto, o tempo, a comunicação, o
uso do telefone, atendimento online e o retorno das solicitações.
Os
serviços contábeis, por consenso na região pesquisa, são oferecidos com a
seguinte classificação: departamento Contábil, Gestão Fiscal, Gestão de
Pessoal, Processos Comerciais e Consultorias e Assessorias.
Assim,
esta pesquisa relacionou a percepção de importância para os gestores de
restaurantes Self-Services com serviços contábeis prestados por contadores
quanto a qualidade, seja técnica ou relacional, dada ao serviço contábil.
Para
obter a apreciação e opinião do gestor, foi solicitado no questionário a
atribuição de nota representativa de concordância com o gral de importância,
X(1 2 3), para cada aspecto/qualidade relacionada com um departamento.
Literalmente, a pergunta feita no questionário foi: “qual o gral de importância
atribui ¿ 1(pouca) 2(média)
3(muito)”.
Posteriormente,
análise por meio da media aritmética
para obter o valor médio de concordância entre os 24
respondentes.
8.1 Interpretações dos resultados: parte técnica
Sobre a parte técnica, tabela 8, dos serviços
contábeis prestados as empresas pesquisadas, a gestão fiscal é o serviço
contábil de maior importância para o gestor, (18,17). É consenso que a
complexidade das normas fiscais contribui para esta percepção. Sobre os
aspectos qualitativos, a tempestividade (2,79) e confiabilidade (2,88) são as
características de maior relevância no serviço contábil. Neste sentido, a
pesquisa mostra maior exigência por parte da gestão da empresa sobre a
capacitação e competência do profissional contábil no que diz respeito ao
fisco. È confirmado neste trabalho a influencia das normas fiscais para a
valorização do profissional contábil.
A
gestão pessoal em segundo, são evidenciados com grande importância os aspectos
técnicos. Total da média obtida foi de 11,75. A qualidade da informação
contábil de maior valor sobre a gestão de pessoal foi a tempestividade, média
de 1,92, e a confiabilidade, media 1,83. Isso se confirma por ser esta
atividade a de maior demanda requerida.
A
tributação no Brasil se faz por meio de muita complexidade. O exemplo o ICMS,
imposto com muita complexidade e grande incidência de litígios, é estudado no
trabalho de Ricci (2010) no qual afirma que mesmo em um regime simplificado, o
Simples Nacional, a complexidade legal deste tema é de grande preocupação de
autoridades e contadores. Neste sentido, esta pesquisa esta em paralelo com o
citado autor ao evidenciar que o conhecimento técnico é tido de maior
importância para a gestão fiscal.
8.2 Interpretações dos resultados: parte relacional
As
organizações contábeis devem objetivar sempre a excelência no atendimento do
cliente. É neste sentido que os aspectos qualitativos da relação de prestação
de serviço se mostram de grande importância. Aspectos do comportamento e da
disposição do profissional contábil foram os objetos de estudo neste tópico.
A
tabela 9 expõem os resultados colhidos referentes a parte relacional.
O
serviço de Gestão de Pessoal foi a parte com maior relevância para os gestores
pesquisados para as características funcionais/relacional. Este setor de
trabalho da contabilidade se caracteriza por forte demanda na comunicação, em
atendimento a telefone (2,71) com a comunicação (2,71), e ao tempo de resposta
as solicitações feitas (2,88). Ficou evidente que a pontualidade para responder
as solicitações e a velocidade nesta repartição contábil, foram os aspectos de
maior relevância para o usuário aqui estudado.
Nesta
parte da presente pesquisa é cabível citação outra vez do trabalho do mestre
Caneca (2009) no qual este trabalho esta em concordância ao obter evidências
sobre a importância da relação humana que se dá em prestador e consumidor de
serviços. A percepção dos gestores sobre a qualidade dos serviços oferecidos
não se limite à influência dos aspectos relacionados ao conhecimento do
contador, ou ao tipo de informação produzida.
A
contabilidade é uma ciência social. Sendo assim, as relações humanas são
aspectos inerentes a contabilidade.
Peleias et al. (2005) em
pesquisa afirma que o profissional
contábil valoriza o trabalho técnico e desvaloriza a relação com o cliente.
Neste trabalho, ficou evidente que relação de consumidor e fornecedor de serviços
contábeis é dependente dos atributos tais quais elucidados na tabela 9, parte
relacional. Sendo assim, esta pesquisa esta em concordância com a pesquisa de
Carvalho (2008) e Peleias et al. (2005) e também com a pesquisa do Mestre
Caneca (2009) ao afirmarem a necessidade
de que o profissional contábil se dedique também a qualidades positivas nas
relações com seus clientes.
9 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Foi
mostrado que a todos os aspectos estudados foram atribuídos algum gral de
importância. De fato todas as áreas contábeis, todas as disposições da
contabilidade para subsidiar o processo de gestão empresarial e tomada de
decisão são importantes e devem conter todos os aspectos que caracterizam a
eficiência e eficácia. Neste trabalho por meio de sondagem, houve o empenho
para entender os principais aspectos da satisfação do usuário da contabilidade
que compõem o grupo pesquisado.
Este
trabalho objetivou identificar os aspectos determinantes para a satisfação do
gestor de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte enquadrada na lei
123/2006 no segmento de restaurantes Self- services com serviços
contábeis prestados por contadores externos. Os resultados obtidos revelam que
o seguimento empresarial citado necessita e faz o uso da informação contábil. A
importância da contabilidade para essas empresas foi evidenciada. Em conclusão,
este trabalho em seu objetivo principal foi alcançado bem como a resposta para
a problemática proposta.
A
organização contábil deve ter como principio a busca pela excelência em todas
as instancias no diz respeito a prestação do serviço. Em resumo, a qualificação
técnica é a maior observação para a gestão fiscal enquanto a dinâmica
comportamental é a maior necessidade para melhor desempenho na gestão de
pessoas. A fim de promover melhor atendimento, a organização contábil deve
contar com tecnologia propicia fazer uso da internet, ter precisão na exposição
da informação e também, manter boa comunicação facilitando o acesso.
Um
sistema de qualidade é uma recomendação para o alcance da satisfação de gestor
de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte, enquadrada na
Lei Complementar n. 123, de 14 de dezembro de 2006. O objetivo é contribuir
na melhoria do atendimento. Em fim atender de fato as necessidades do cliente.
Alcançar a excelência e a permanência no mercado é objetivo das organizações
contábeis.
A melhoria do serviço tem que ser buscado com Constância. Sendo assim, este
trabalho explorou o critério de satisfação dos citados gestores bem como a
importância dada à contabilidade.
É
necessária a realização de novas pesquisas. A fim de continuar este estudo,
outras pesquisas com mais entrevistados bem como o uso de técnicas estatísticas
mais adequadas para melhor descrição da população aqui em estudo seria de ótima
serventia.
10 REFERÊNCIA
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